Mayor de Londres culpa as políticas do Ocidente no Médio Oriente
Ken Livingstone é um indivíduo particularmente odioso. No ano passado, ele convidou - enquanto mayor de Londres - o extremista Sheikh Yusuf Al-Qaradawi, apresentando-o como um moderado. Um "moderado" islâmico que defende os atentados terroristas contra civis israelitas, que acredita que os homosexuais e lésbicas deviam ser executados por apedrejamento ou na fogueira, que as mulheres vítimas de violação são culpadas por se vestirem inapropriadamente, que apoia a mutilação genital feminina, já para não falar no que ele pensa acerca dos Judeus. Em suma, Qaradawi pode ser um moderado na Arábia Saudita, mas em qualquer país civilizado do mundo o homem deveria ser considerado como um Torquemada muçulmano.
Mas quem é Ken Livingstone? Ken Livingstone - também conhecido pela alcunha de "Red Ken" - é o radical de esquerda que ocupa a presidência da câmara de Londres. Mas porque é que alguém - ainda por cima alguém de esquerda - iria apoiar um bárbaro como Qaradawi, cujas opiniões são diametralmente opostas às de qualquer pessoa civilizada? Porque todos os votos contam, particularmente numa cidade aonde os ingleses nativos serão uma minoria étnica já em 2010. Red Ken está apenas a pensar no seu próprio futuro político, infelizmente à custa do futuro daqueles que o elegeram e do respeito pelas mais básicas noções dos direitos do Homem.
A última aventura na história deste político desprezível consistiu em ter culpado o Ocidente pelos atentados de Londres. Comentários desse género são comuns no Médio Oriente, aonde os Ocidentais e os Judeus são culpados de tudo até prova em contrário. Aparentemente, Al-Livingstone quer ser tão papista como o papa, ou seja, tão radical como os radicais (islâmicos).
A minha mensagem para todos aqueles que irão ser afectados pelo barbarismo islâmico - Cristãos, Judeus, Budistas, Hindus, heterosexuais liberais ou homosexuais, artistas, músicos, jornalistas ou simples pensadores livres - é a seguinte: por um voto se ganha, e por um voto se perde. É bom que aqueles que elegemos tenham bem consciência de isso. No caso de um político atraiçoar tão gritantemente os valores daqueles que o elegeram, esse é o momento de levar os protestos à rua. A título de curiosidade histórica, basta lembrar que os maiores aliados dos Khomeinistas Iranianos - os Comunistas - foram os segundos a ser erradicados da sociedade, logo a seguir à classe média ocidentalizada. Ainda que "ganhe", Red Ken vai sempre "perder" assim que deixar de ser uma ferramenta útil. Assim que a população muçulmana na Grã-Bretanha crescer o suficiente para eleger um dos seus, Livingstone bem pode arranjar outra profissão.
Menos de trinta segundos após ter gravado este post, li na Jihad Watch que nem duas semanas passadas sobre o seu ridículo discurso "a la Winston Churchill" pela defesa da liberdade, o mayor de Londres afirmou concordar com o uso de bombistas suicidas - desde que os civis assassinados sejam Israelitas. Com uma lógica destas, não há discussão possível. Senhor Livingstone, siga o exemplo do nosso Salazar: caia da cadeira quanto antes.


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